terça-feira, 22 de julho de 2014

Falei que tá tudo bem.
Disse que a gente pode seguir com tranquilidade porque as emoções estão sob controle.
Confirmei que esse caso é só diversão, não rolam expectativas.
Admiti que entendo sua situação, que eu não tenho esperanças de que role uma mudança.

Menti.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

São quase 2m de altura. Como é que eu fui pensar que esse tamanho todo ocuparia pouco espaço?

quinta-feira, 8 de maio de 2014

segunda-feira, 5 de maio de 2014

sábado, 26 de abril de 2014

Sei que o silêncio é precioso, mas eu queria muito acreditar que valho alguma palavra sua. Qualquer uma.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Não preciso necessariamente ver pra crer, mas às vezes tenho a impressão de que preciso ver pra entender. É que eu só assimilo os amores quando vejo, com os olhos, que valem a pena. Não consigo compreender aqueles que eu sinto e só - só tudo isso.
Seria eu um caso de miopia de São Tomé?

domingo, 30 de março de 2014

domingo, 23 de março de 2014

Quando ele chegou, veio forte como a batida do hardcore. Intenso, agressivo, afirmativo, distorcendo meu entendimento como as guitarras que acompanham a bateria.

Sua presença é pra mim tão encantadora e ameaçadora quanto um mosh pit, que me atrai, mas me assusta, porque eu sei que pode me machucar. Mesmo assim, minha vontade é subir ao palco, gritar ao mundo e mergulhar, de cabeça, nos braços que eu espero que me segurem.

Cada vez que ele aparece, é como se minha banda preferida tocasse. Meu olhos brilham, meu sorriso congela no rosto, meu ar falta, meus ouvidos e meu coração se abrem totalmente. E eu me pego desejando que aquele momento não acabe nunca.

Porque quando está comigo, ele faz tudo parecer fácil, simples como 3 acordes. Sinto que não preciso de muito mais pra fazer a música soar pra sempre, cheia de energia, dentro de mim.

Eu sei que sempre gostei de música. Sempre gostei de muitas. Mas tem aquela favorita, aquela que mexe de verdade, aquela que, quando toca, ressoa lá dentro. Eu não ouvia a minha há muito tempo. Hoje, ela me balança mais que nunca.

Será que um dia vou entender essa melodia? Será que vou aprender a letra e o melhor jeito de cantar pra que ele esteja sempre por perto? Preciso. Porque no fim do dia, não importa quanto tempo o som ficou ligado: se ele não me toca, é só silêncio.
Será que ainda tem muito pra doer?
Porque eu não sei quanto mais eu consigo suportar.

quinta-feira, 20 de março de 2014

E só um pouquinho de repente é um monte. Às vezes, quase tudo.

segunda-feira, 17 de março de 2014

Acordei sentindo calafrios e a frieza do mundo enquanto minhas mãos suam e a nuca esquenta a cada arrepio.

Efeito El Niño, definitivamente.

domingo, 16 de março de 2014

Só briga feia. 
O medo contra a vontade.
A ansiedade contra a calmaria.
O carinho contra o tesão.
A vergonha contra o desejo.
O entusiasmo contra o autocontrole.
A minha cabeça contra o meu coração, que bate mas também apanha e sangra mas não abre mão da luta.
E eu torço pra ele.