Dog eat dog,
Paunocu (mal pelo palavreado).
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Esquisofrenia de amor nas manhãs de dias úteis.
É fato: sou esquisofrênica em de dias úteis, quando acordo e vejo você lá comigo.
Eu gosto dessas manhãs, porque seu cheirinho tá lá e você inteiro vem junto. Mas não gosto, porque tenho que sair correndo ao invés de aproveitar tudo isso.
Passo o resto do dia feliz, pensando em como foi bom, e enfurecida, lamentando como poderia ter sido ótimo.
Louca.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
terça-feira, 6 de outubro de 2009
terça-feira, 22 de setembro de 2009
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Minha cama hoje estava grande demais.
E tinha vários pedacinhos gelados.
Eu virava e não encontrava você.
Não tinha ombro, peito nem as costas gostosas e cheirosinhas dos outros dias.
Fez falta.
Aí eu acordei, abri a janela e o dia estava feio.
Que nem ontem, mas pior.
Porque ontem tinha um raiozinho de sol dentro do quarto. Hoje não.
Mas tudo bem.
Vou ficar esperando esse calorzinho voltar.
Um passarinho vai trazer.
De volta pro quarto, pra cama, pro meu coraçãozinho.
E tinha vários pedacinhos gelados.
Eu virava e não encontrava você.
Não tinha ombro, peito nem as costas gostosas e cheirosinhas dos outros dias.
Fez falta.
Aí eu acordei, abri a janela e o dia estava feio.
Que nem ontem, mas pior.
Porque ontem tinha um raiozinho de sol dentro do quarto. Hoje não.
Mas tudo bem.
Vou ficar esperando esse calorzinho voltar.
Um passarinho vai trazer.
De volta pro quarto, pra cama, pro meu coraçãozinho.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
"O amor, quando se revela,
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, interamente"
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..."
E é por isso que ultimamente eu não falo, só repito.
Não se sabe revelar.
Sabe bem olhar p'ra ela,
Mas não lhe sabe falar.
Quem quer dizer o que sente
Não sabe o que há de dizer.
Fala: parece que mente...
Cala: parece esquecer...
Ah, mas se ela adivinhasse,
Se pudesse ouvir o olhar,
E se um olhar lhe bastasse
Pr'a saber que a estão a amar!
Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, interamente"
Mas se isto puder contar-lhe
O que não lhe ouso contar,
Já não terei que falar-lhe
Porque lhe estou a falar..."
Fernando Pessoa
E é por isso que ultimamente eu não falo, só repito.
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
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